segunda-feira, 21 de março de 2011

MEU PROTESTO CONTRA UMA URUBUA ALGOZ



Algumas pessoas se importam mesmo com a minha vida. São como que urubus e agem como verdadeiros algozes.
Digo isso por um fato que aconteceu agora no início do mês.
A mãe de uma colega que estudou comigo me viu pegar o ônibus para Marcos Moura um bairro periférico daqui de Santa Rita, e, essa urubua "coincidentemente" pegou o mesmo ônibus.
Percebi que ela me olhava com uma curiosidade terrível. Era um olhar de Zoom que me deixava incomodada.
Eu ia conversando com um trabalhador que morava perto do local onde eu dava minhas aulas. Ele me contava as dores do seu casamento. E aquela mulher, sentada no outro extremo do ônibus se contorcia toda, parecia uma cobra, para entender o que acontecia.
Chegou o ponto onde eu desceria. O trabalhador pegou os livros que eu carregava na tentativa de me ajudar a descer do ônibus.
Como gentileza é coisa rara e o operário apresentava uma ótima aparência (era lindo). a Urubua pensou errado.
Dias depois a filha da dita cuja me liga. O nosso diálogo começa logo com a seguinte pergunta: "Menina!O q ue é que tu tá fazendo de noite em Marco Moura hein?" Dou a primeira resposta, mas o interrogatório continua: "E tu tá namorando com algum cara por aí?" Não aguentei e dei uma gargalhada...respondi a questão.
E a criatura ainda tem o disparate de comentar: " Amanda mulher, só liguei mesmo pra perguntar isso. Foi porque mainha te viu lá em Marco Moura com um homem. Pensei que ele fosse alguma coisa tua e que tu tava morando lá".

Meu Deus! É absurdo... as pessoas que, mesmo de forma indereta, convivem comigo literalmente nã ome conhecem; não sabem minha essencia.
Eu jamais iria fazer igual a essa especuladora da vida alheia: Tomar um macho de outra, casar com ele e fazer um filho como forma de prendê-lo a mim para que ele me sustente enquanto eu sou um verdadeira vagabunda.

CARA COLEGA, SINTO MUITO, MAS NÃO SOU TÃO BANAL QUANTO VOCÊ.

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