sábado, 16 de abril de 2011

A um homem paciente

Vivo encerrada no inferno
De querer ter você deitado aqui na minha cama
Sei que posso parecer uma qualquer
A imoralidade em forma de mulher
Mas o que posso fazer se por ti tenho um grande amor?
E nem me importa saber se você também me ama.

Celular toca na madrugada
Acordo com a tua voz
Televisão no quarto ligada
E eu deitada imaginando mil cenas pornográficas

Após desligar o telefone
Teu timbre ainda ecoa
Me fazes perder o juízo
E essa vontade louca
De te ter na minha noite
Eleva os níveis da minha libido

Espero pelo dia
Em que possamos unir nossos corpos
Desfrutaremos de toda essa volúpia
Que há muita está guardada em nós.


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