quarta-feira, 11 de maio de 2011

Se...A dúvida que mata.

Difícil quando a gente tem que discernir entre dois caminhos. Mais difícil ainda é quando um desses caminhos vai contra aquilo que defendemos.
É errado abandonar os ideais e entregar-se em desvario a uma paixão? Será que isso é banalizar tudo aquilo que você lutou para conquistar e defender em busca de algo tão singelo?
Meu Deus, o que é isto que estou sentindo? Onde está o meu cérebro feminino que de nova se apaixona loucamente?
E dessa vez escrevo com verdade e medo.
Ele não é o filósofo, não é o poeta, não é aquele amigo. Não é o rapaz do telefone, nem aquele da universidade, não é o que admiro todos os dias, não é o vizinho, nem o balconista da padaria.
Entre tantos... Logo ele? O que me faz gostar tanto dele? Talvez seja aquela sinceridade, aquele carinho que ele carrega no olhar, aquele ar de mistério que aguça a minha imaginação na tentativa de decifrá-lo...
Admirei sempre homens como ele. só não esperava me apaixonar por um deles... e logo ele.
Mas ele nem sabe quem sou de verdade! Ele desconhece a poetisa, a feminista... Ele conhece uma outra Amanda... uma menina mais doce, mais quieta.
Se eu me entregar a esta emoção isso poderá dar certo? A dúvida me atormenta o coração.

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