sábado, 18 de junho de 2011

Erro de interpretação

Vê só  que lhe interessa e interpreta do jeito que lhe parece favorável.
Se deve alguma coisa teme pelo que os outros escrevem...
Que pequenez!
É a inveja de ver os outros crescendo...
É o horror de passar desapercebido
É o velho orgulho machista que não admite ser superado por uma mulher...
Eu! Uma mulher?! Uma menina... que nem vinte anos tem ainda...
Gargalho ao imaginar a ação que teve quando viu minha estrela brilhar...

Não te preocupes... comecei agora e não pretendo parar tão cedo...
Meus leitores são o combustível que me move pelo universo.
Enquanto houver quem leia o que escrevo eu não hei de parar... Continuarei
Em meio a críticas e insultos direcionados a mim e a minhas histórias...

Sei que tantas outras escritoras sofreram para conquistar seu espaço... Tantas foram censuradas, torturadas, tiveram que assinar com seus pseudônimos masculinos... Eu não tenho codinome, e dou minha face a bofetes mesmo... Se tantas deram seu sangue pela poesia eu não vou abdicar deste meu hábito...

Falta criatividade a tantos... Por isso que fazem o que fazem.

Continuarei... amadurecendo cada vez mais no universo literário...


A poesia não nasce das regras, a não ser em parte mínima e insignificante; mas as regras derivam das poesias; e, no entanto, são tantos os gêneros e as espécies de verdadeiras regras, quanto são os gêneros e as espécies de verdadeiros poetas.
Giordano Bruno

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