domingo, 17 de julho de 2011

Fleurs du désir

Anoiteceu.
E a minha alegria encontrei no breu
Da sala
Sofá, literatura.

E toda razão pra ser feliz
Depositada num decote
Lingerie violeta,
Ele e eu.

Os corpos febris,
Os olhos despidos
O clímax do prazer antes inacessível
E todos aqueles beijos compridos
Libertos.

Desejo desmesurado
Amor pela primeira vez provado
Pernas soltas
Portas abertas.

Delírio derramado
Misto de carne e espírito
unificados.
Sorriso leve nos lábios.

Uma dor meio sem graça,
Comum a todas as flores desabrochadas.


Palavra escrita que não há de ser esquecida, mas, o ator principal será substituído.

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