sábado, 29 de outubro de 2011

A carta do estacionamento.

Meu amigo Gustavo já blogou algo a respeito de um bilhete misterioso que encontramos na universidade, mas, agora vou contar minha versão dos fatos...

A carta veio a mim numa noite de terça feira.
Eu, Gustavo, Karllysio, Júnior e Alanna estávamos atravessando um dos estacionamentos da universidade pois íamos para a reitoria assistir uma palestra.
Vi um papel no chão... uma folha de caderno pequeno. Peguei-o e quando o abri  percebi que se tratava de uma carta.
A caligrafia era bonita, mas os erros de português eram gritantes. O primeiro parágrafo prende o leitor aquelas palavras, parece a sinopse de um filme americano, só que pornô.
Eis o início da tal carta : (conservando as palavras, expressões e grafia originais).
João Pessoa, 18/10/2011.
 ola caros amigos gostaria de lhe dizer que tudo q aqui e escrito é verdade e não faz de conta e a maneira que eu encontrei para por para forra essa experiencia que alem de gostoza e um tanto quanto perigosa pois essa garota que aqui é revelada é nada mais nada menos que a sobrinha da minha esposa que ela cria como filha. vejam só o tamanho da minha encrenca pois já sou casado a 17 anos e o sexo com a minha esposa já não é mais tão intenso como era a tempos atraz. A sobrinha dela tem só 18 aninhos e um corpo de princeza (...)
Comecei a ler a carta em voz alta, mas quando li as expressões "18 aninhos" e "corpo de princesa" eu já  sabia que aquilo se tratava de uma história interessante (risos) e passei a le-la silenciosamente. Alanna reclamou e tomando a carta da minha mão começou a ler alto de forma que os meninos ouvissem. Devido à má iluminação do estacionamento Alanna passou a carta para Gustavo, que não entendendo bem as letras passou para Júnior que passou de volta para Alanna. Continuando:
 (...) não consigo aguenta a suas investidas vejam voces hontem a noite ela me fez levala da casa de uma amiga com o pretexto de que ia estudar e iria passar umas 2 horas na casa da dita amiga só que durante o trajeto ela me disse que  o que ela iria estudar seria mesmo a minha (...)
Meus amados leitores, a partir daí o texto começa a relatar explicitamente o ato de copulação entre o cara que escreveu a carta e a sobrinha da esposa dele. Para os moralistas, o conteúdo desta carta é horrendo, mas, para pessoas como eu, não é nada além da expressão da fome sexual do ser humano.
No mais, acho que eu não posso continuar a digitar a tal carta na íntegra, mas não cometer a maldade de deixá-los curiosos a respeito do desenrolar da história, por isso decidi que vou cortar os trechos que "afetam a moral" pública e que são consideradas como pornográficas. (pra mim isso é balela, mas vou respeitar os termos de condições de uso do blogger).
Então depois de descrever órgãos genitais:
(...) ela não tinha esquecido a última vez. mas eu tinha prometido pra min mesmo que seria a ultima vez aquela noite, mas ela me disse que seu eu não a [...] naquela noite ela iria contar tudo para minha esposa. o que fazer leveia até um motelzinho ali mesmo ela não esperou nem se quer agente entrar no quarto e já me agarrou ali mesmo tirando minha calça  [...] na boca que tinha ficado melhor que da última vez. [...] como se fosse a coisa mais gostosa que ela mais gostava na vida ela com aquela boquinha delicada de lábios massios [as coisas aqui são pesadas mesmo] não sei como ela aguentava, só sei que [...] entramos no quarto e tomamos um belo banho meu [...] só de ver aquela ninfeta tomando banho. passei um creme que eu ja uso com a esposa em casa[ fatos muito, muito, muito chocantes para mentes não libertinas] ela não aguentou, pediu pra que eu parasse atendila na mesma hora pois tudo que eu não queria era machucar aquela beleza mas ela me recompensou [...] tínhamos que ir disse a minha esposa que tinha ido jogar uma sinuca com os amigos espero que essa seja a última vez pois não sei aonde isso vai parar.
Eu sei onde vai parar! Vai parar num blog parceiro do Amandha di Souza que está sendo planejado carinhosamente por algumas mentes pervertidas adoradoras de outras mentes libertinas e de obras pornotísticas (vi no blog do Gustavo). Antes que alguém me pergunte se eu tenho participação nesta obra criminosa que será concebida em breve eu lhes digo que sim, pois uma hora ou outra eu teria que colaborar com minhas historinhas mirabolantes. Apenas farei parte da equipe de pesquisa. (O blog é para maiores de 18 anos).
No mais... a minha real intenção foi a de comunicar que esta história virará um conto do meu acervo de contos proibidos (que escondo a 2.236.357.814.665.746 chaves aqui em casa).
E todas as noites, quando eu ou para o estacionamento pegar a van pra voltar pra casa eu olho atentamente para o chão... quem sabe eu não acho coisas piores.


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