terça-feira, 11 de outubro de 2011

"Quantas chances desperdicei
Quando o que eu mais queria,
era provar pra todo mundo
Que eu não precisava provar nada pra ninguém".


            Lindas, ouso até dizer poéticas as palavras que ele usou. Parece até que as escolheu cuidadosamente.
Foi de um paciência angelical. O tom de voz constante que não se alterou para mais nem para menos.
Fingiu (eu sei!) estar interessado, mas o que ele queria mesmo era desconstruir a ideia que a menina do cérebro de camarão (sem ofensa aos camarões) tem a respeito da ciência que amo.
Nunca vi alguém que não gosta de determinada coisa defende-la com tanto ardor.
Escondi meu sorriso ao máximo. Juro! Eu sei que não devo satisfações a ninguém presente naquele ambiente, mas se eu externasse a minha satisfação eu seria mal interpretada (de novo), por isso, esperei que saíssemos do local e disse-lhe algumas frases.
Obrigada!
Já fui renegada tantas vezes por aquelas pessoas que cheguei a conclusão de que não vou mais discutir com elas. Não as rejeito, não as humilho, não as desprezo... Só não quero mais tanto papo. Não sou eu que perco, são elas que perdem. Acreditam cegamente numa verdade que para elas é incontestável,  por isso não respeitam as outras verdades do mundo.
Como eu disse antes, não deixo que os latidos me influenciem, deixo que elas mintam para si mesmas; um dia, talvez, elas tomem consciência disso.

"Mentir pra si mesmo é sempre a pior mentira"

E depois eu que sou a algoz... (Risos)
Estou muito tranquila em relação ao que penso. Penso estar me libertando das coisas que me limitam. Já não sou mais uma. Eu sou A Amanda.


**Obrigada mais uma vez amigo. Calei diante delas por acreditar que elas não valem uma úlcera... (risos). Aplausos mil para seu discurso!

"Já não me preocupo se eu não sei porque,
às vezes o que eu vejo quase ninguém vê,
eu sei que você sabe quase sem querer
que eu vejo o mesmo que você".

(trechos da música Quase sem querer, da Legião Urbana)

Nenhum comentário:

Postar um comentário