segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Sabe aqueles dias em que você acorda cansada? Aqueles dias em que você se sente superada por si mesma?
Tudo isso é resultado do post que publiquei ontem de madrugada, esse mesmo que está abaixo deste. É o que dá desenterrar memórias.
Mas se desenterrei foi porque foi preciso.
Não pude ficar calada diante do que o ex fez. Salvo engano: Fiquei calada sim, mas vim descontar aqui no blog.
Ele não vale uma úlcera! Não vale... Além do mais eu não tô nem aqui pra ele. Não esqueci das coisas que foram ditas. Não guardo ressentimentos, eu o perdoei no momento em que senti o sangue escorrendo pelas minhas pernas. Todas essas coisas são motivos suficientes para eu não querer mais olhar na fuça dele.
A propósito acabei de excluir o meu antigo perfil no Orkut, onde ainda existia um quadradinho referente a pessoa dele.
Quero que vocês me perdoem por toda essa lamentação, mas é que desde o fim do tal namoro eu não toco no assunto e poucas pessoas sabem do que realmente aconteceu. Na verdade, acho que só contei quase tudo a Kauana Costa, Erivan (um amigo da faculdade) e a Thiago.
Aqui em casa o assunto é proibido. Nas mesas dos bares em que vou com os amigos também. Tem uma hora que não dá mais pra aguentar.
Ah! Não posso esquecer. Desde que fiquei sabendo das novidades (hahaha) estou com febre e com uma enxaqueca terrível. Por isso eu digo que ele não vale um úlcera.
Eu NÃO vou entregar a minha artilharia. Jamais.
As marcas ficaram... (maldito cheiro de mirra que vem do Centro Paroquial! - Nota mental: assim que tiver chance desaparecer de Santa Rita e ir morar em qualquer outro lugar, nem que seja em Bayeux).
As marcas ficaram, mas isso não significa que vou pular de uma ponte, colocar meu pescoço na linha do trem quando ele tiver passando nem tentar ter uma overdose tomando todos os remédios que eu encontrar em casa.
Foi só uma experiência ruim... Outras boas virão, eu sei. Não é porque o primeiro foi um canalha que todos os outros serão (pelo menos o segundo foi um cavalheiro, eu que não tenho coragem de namorar um cara que vai morar em Brasília).
No mais, assunto encerrado por aqui... Não tenho mais saco pra ficar me lamentando, ou ficar pensando no que foi ou no que poderia ter sido.
Tenho amigos, tenho um cachorro ( o lindinho do meu Poodle preto que atende pela alcunha de Otto já veio morar de vez aqui em casa), tenho um blog e muitos cd's de rock. Não preciso de nada mais que isso.
Tenho um futuro imenso pela frente. 
Lembro que uma vez encontrei uma cigana lá na Lagoa quando eu ia do Lyceu para o Tambiá Shopping. Ela inventou de ler minha mão e disse que minha vida será linda, que existirão mais momentos de alegria do que de tristeza. Que eu vou encontrar o cara que completa não sei o que no meu plano astral. A doida lá disse que minha vida é um livro aberto (eu corrigiria p/ um blog público rsrs), que basta olhar para mim que já se sabe quem sou. Minha alma é pura (lembram da história da Estrela de Davi que ganhei de Daniel? Coincidência?!) Existirão muitos lobos querendo meu sangue, mas no final eu triunfarei sobre eles.
Foi muito louco aquilo tudo. Eu tinha uns quinze anos. Acreditei porque ela me chamou pelo nome de iniciação na bruxaria (apenas 2 pessoas no universo sabiam). Ela também se referiu a algumas pessoas, disse algumas coisas sobre elas e que depois se confirmaram.
Depois, nos meus tempos de Vocacionada, o meu formador da orientação espiritual me disse que Deus tinha um plano grandioso para minha vida e que ele se realizaria mesmo que eu não quisesse. Ah! Ele também disse que a minha vocação não era a religiosa, muito menos a leiga. Ele falou que eu iria negar a Igreja (coisa que fiz recentemente)e que nem por isso Deus deixaria de me acompanhar.
Não sei o que a cigana nem o que Duda quiseram com isso. Pra mim não passava de balela (acho que ainda é). Às vezes penso na vida como uma grande conspiração contra mim.
Estou num conflito com Deus (é verdade que nós dois sempre tivemos divergências) e estou às vésperas de declarar nula a Sua existência na minha vida. Não acredito em bolas de cristal nem em espelhos mágicos, muito menos no que está escrito nas linhas da minha mão...
Acho que acreditar em mim mesma já é o suficiente, afinal de contas, eu sei que existo, sei do que não gosto, sei o que acontece no meu mundo e sei o que perdi.
***

Dan!
Você faz muita falta nessas horas viu meu amor... Acho que agora sei como você se sentiu. Nada nunca é o bastante não é verdade? Você foi o melhor amigo que eu pude ter na minha vida, e se eu pudesse teria ido com você... Se existe mesmo o céu no qual você acreditava, sei que tu deves estar tocando aquele solo que era só seu na música Eu sei do ladinho de Renato Russo.

2 comentários:

  1. O maior de todos os remédios é o tempo, e mais cedo ou mais tarde isso passa.
    Estou aqui pro que der e vier e vc precisar de mim, bjo.

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  2. oi Amandha, vc deixou um comentário no meu blog perguntando se poderia usar o conteúdo de um dos posts.. fique à vontade para usar, embora meu blog esteja meio "desativado" há um tempo. quando tiver tempo vou visitar seu blog de novo, fiquei interessada no conteúdo!
    bjs
    Larissa

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