segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Um poema sobre tatuagens

Peito de dragão,
Costas de anjo.
Coxa de carpa,
Segurando uma Lótus.

A marca da tribo
Pinta o braço.
No tornozelo direito
Mais um traço.

Expressões de liberdade.
Muitos chamam de marginalidade.
É arte!
Faz parte
da vida.

É afronta,
É grito,
É a prova
de que tatuagem
Não é coisa de bandido.
Se assim o fosse
O policial,
o delegado
Não estariam pintados.


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