sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Enquanto isso...

Não concordo com muita coisa dessa tal de Educação do campo.
Nem sei como é que fui parar nesse curso de Pedagogia do campo.
Para uma graduanda do terceiro período tô é muito besta e critico de mais; mas é porque eu não vejo tanto futuro assim.
Corrigir caderno de criança, alfabetizar adultos, tudo isso é lindo, mas não quero morrer fazendo isso.
Alfabetizar adultos, passar meu final de semana corrigindo atividade, planejando aula... Isso era coisa que eu fazia desde os 17 quando ainda estava no ensino médio.
Agora que estou na universidade não me contento mais com isso. Até porque antes de ser universitária eu já tinha marcado a ferro na cabeça que não queria o mesmo destino que a minha mãe. Eu pensava em ser uma historiadora.
Sempre tive uma paixão inexplicável pela história e queria meu diploma na área.
Um belo dia de 2010, antes de ir dar minhas aulas num asilo de idosos, (sendo paga pela prefeitura com míseros 250 reais) decidi que queria fazer vestibular pra história.
Com tanta correira e falta de atenção acabei perdendo o prazo para as inscrições do PSS da UFPB. Fiquei puta comigo, aí desisti  e nem liguei mais com isso até que uma noite, o professor de Química me procurou e perguntou se eu já tinha feito a inscrição pro Enem.
O relógio marcava as 20 horas do último dia de inscrição.
Corri pra Lan house que tinha na frente do colégio e fiz minha inscrição.
Eu trabalhava o dia inteiro e estudava à noite. Chegava em casa tarde e exausta e não tinha mínima vontade de revisar as matérias para o Enem.
E assim fui seguindo até que chegou o dia da prova. Eu tinha absoluta certeza de que não iria passar.
Fiz as provas, uma redaçãozinha mixuruca e esqueci daquilo.
Um amigo meu me perguntou sobre os meus resultados no Enem. Dei meu CPF e minha senha e mandei ele procurar. Ele viu, somou as notas e me esculhambou quando eu disse que não tinha ainda me inscrito para o SiSU.
Fiz minha inscrição no SiSU para História e Psicopedagogia. Fui acompanhando as notas dos outros inscritos e no terceiro dia mudei minhas opções para Psicopedagogia e Pedagogia. No penúltimo dia para o encerramento das inscrições inverti minhas opções, ficando assim Pedagogia e Psicopedagogia.
Primeiro lugar pra Pedagogia e 19º em Psicopedagogia.
Fui fazer minha matrícula para pedagogia e por um infortúnio fui parar no curso de pedagogia do campo.
Não gosto do curso e pensava,até ontem em mudar para Filosofia.
Ontem um ex-professor meu de Inglês, o tão conhecido Ramos (conhecido por seus palavrões e por dominar francês, inglês, alemão, espanhol, um pouquinho de chinês e outras línguas) me mandou um simplório recadinho pela minha mãe:
Diga a Amanda que mande o povo ir tomar no c* que quem se fod* pra estudar é ela. Diga a ela pra terminar esse curso e botar pra f*der em quem quer que seja. Eu me fod* no curso de inglês. Tinha disciplina que eu não gostava e ficava a aula todinha batendo o pé dizendo miser*, um dia eu me vingo. Só tinha umas merdinhas do c* doce na minha sala, eu aguentei os quatro anos e no dia da formatura mandei tudo tomar no c*.

Se eu sobrevivi um ano, sobrevivo a mais quatro.
Vou terminar, fazer tudo direitinho, como manda o figurino e é claro, seguindo os conselhos do professor Ramos.
Enquanto isso vou estudando, estudando, estudando e mandando muito gente à merda.
(só tô tendo essa coragem por ter muita gente boa do meu lado).
Agora vou me esforçar para ler um livro sobre os conflitos territoriais e o MST.

Se eu fosse eu ou quem eu sou

Estava procurando vídeos no You Tube. Eu não sabia bem o que estava procurando, só sabia que procurava alguma coisa que me prendesse a atenção num dia frio e nublado como hoje.
Deparei com uma interpretação de Clarice Lispector por Aracy Balabanian.  Clarice completa muitos pensamentos meus e de muita gente, por vezes acaba se tornando um tanto clichê, mas Clarice é Clarice e é visceral por muitas frases.
O título do Vídeo é Se eu fosse eu.
Ah! Se eu fosse eu... Seria exatamente do jeito que Clarice descreve: "Acho que se eu fosse realmente eu, os amigos não me cumprimentariam na rua, porque até minha fisionomia teria mudado. Como? Não sei" 

Se eu fosse eu, não teria me deixado ser tão manipulada, tão massacrada, tão mal interpretada. Aliás, eu não me preocupo tanto com isso. Mas socialmente, familiarmente as pessoas tem que ser outras, tem que adotar outras posturas,outras palavras, outras expressões. Tudo isso vai matando o que se é por dentro.
E o que se é por dentro?
É aquilo que não é tão superficial quanto a gente parece ser por fora... É alguma coisa mais profunda, mais secreta...
Ah... se fosse eu aquilo que sou por dentro...
Mas vou ensaiando. Tentando ser o que eu sou. E mesmo com pouquíssimas mudanças, algumas pessoas já não entendem.
Quem sou eu? Não sei.
Sei que eu não sou aquela que bebia irresponsavelmente para afogar mágoas, dúvidas e tristezas e alegrias. Também não sou nenhum pouco modesta (eu li Schopenhauer).
Eu sou aquela que dorme demais nas férias, que lê, que escreve, que pensa, que busca ser livre. Imprevisível, por isso não aceito conceitos de mim.

eu sou toda coração

eu sou toda coração


*Imagens retiradas do site Ideias de fim de semana.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Mais uma fajutice

Confesso que comprei o discurso inicial sobre o suposto estupro no BBB 12. Comprei mas devolvi assim que caí na real.
A Globo é capaz de qualquer coisa pra conseguir audiência... Qual-quer coisa! Até colocar no Script do programa um estupro só pra levantar essa e aquela outra discussão na sociedade.
Não confio em nada que venha da Globo. Sei que estou generalizando, que isso é burrice mas, não acredito nem no Globo Repórter, quanto mais num Reality Show.
Não gosto desses programinhas que vendem a imagem da realidade. Realidade pra mim é ônibus lotado, é passagem de ônibus altíssima, é criança consumindo droga, é gente sem casa pra morar, é conflito de terra, é polícia corrupta e vários etc anônimos espalhados por aí.
Meu raciocínio sobre o caso do "estupro" no BBB é simples:

1º Colocam um negro na repescagem do programa
2º O apresentador que vende uma imagem de intelectual faz uma perguntinha "inofensiva" ao dito negro cotista, já visando uma discussão acirrada.
3º Fazem questão de mostrar o tempo inteiro a tal da "vítima" rebolando em frente às câmeras de uma forma bastante estimuladora (hehe) pros outros participantes.
4º A produção arma uma festinha daquelas, cheia de álcool e energético.
5º Os participantes são informados de que haverá uma seleção: a pessoa mais animada da festa vai ganhar um prêmio em dinheiro
6º Considerando que todos estão sedentos por dinheiro, a galera bebe exageradamente pra ficar mais animadinha
7º Quem não sabe beber se lasca.
8º A mulher que passa 99,9% do tempo chamando atenção pra cima dela e se exibindo (Digo isso porque assisti a primeira semana do programa e vi a Monique dando pitizinho o tempo inteiro, a começar pela entrada dela na casa, passando pelas aulas circenses p/ prova da comida: "Ah, eu não consigo fazer, todo mundo consegue... Buááá" e continuando festa afora)
9º Daniel dá em cima da loirinha bonitinha (eca!) e a dita cuja faz charminho a festa inteira. Teve até uma hora que a guria diz: Sai de perto que eu gosto. Aham... entendi.
10º A Monique lembra de tudo que fez depois que saiu da festa. Menos do suposto estupro. Ela diz se lembrar que saiu da festa, foi tomar banho, conversou com não sei quem, vestiu a calcinha, o shortinho (é no diminutivo mesmo) e foi deitar. Aí ela lembra que Daniel deitou com ela e ela tava com muito tesão. Ela deu um beijo nele com muito tesão e rolou muita mão pois ela tava com tesão.
11º No vídeo, durante os movimentos estranhos (anham...) de Daniel embaixo do edredom vi a Monique levantar a cabeça...
12º No dia seguinte o apresentador vende: O amor é lindo!
13º Um monte de gente (assim como eu) que quer que o programa seja retirado do ar lançam a campanha na Internet: #ForaDaniel
14º Visto o movimento dos internautas, a produção do programa (leia-se Boninho) chama a Monique no confessionário pra uma conversa bem light.
15º De tão Light que a conversa foi, acaba vazando (acidentalmente né?) o áudio do que foi dito pela Monique no tal confessionário
16º Aí, num repente, A bichinha não lembra de mais nada, Daniel é expulso do BBB e ela parou com a versão piri-pipiri-pirigueti.
17º Todos os canais de TV aberta (menos o SBT) colocam o tema como manchete nos programas de fofoca.
18º O caso vira assunto num monte de sites
19º A polícia investiga o caso
20º o cara é expulso do programa, pode ser preso (para a glória do apelo social)

Eu tô de saco cheio do caso. Assim como tô de saco cheio de BBB, Fazenda, O aprendiz e afins...
Agora que a polícia entrou em cena os argumentos estão ficando escassos e fazem pouco sentido. na minha humilde opinião, não houve nenhum estupro. O que ocorreu foi uma péssima interpretação do script.
E eu não aguento mais escrever esse post, não aguento mais Big Brother e não aguento mais essa perca de tempo.

Estupro não é isso. Não é mesmo, em outro post eu justificarei.


quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

BBB12: O negro da Casa grande

Malcolm X
"Um branco perguntar a um negro porque o odeia, é como um estuprador perguntar à violada: Você me odeia? O branco não está em posição moral para acusar o negro. (...) Para isso, é preciso entender que, historicamente, havia duas espécies de escravos: o negro de casa e o negro do campo. O negro da casa vivia junto do senhor, na cave ou no sótão da casa grande. Comia, vestia-se bem e amava o seu senhor. Amava mais o senhor que o senhor amava ele. Se o senhor dizia: "Temos uma bela casa!" Ele 
respondia:"Temos sim! " Se a casa pegasse fogo, o negro da casa corria para apagar o fogo. Se o senhor adoecesse ele dizia: "Estamos doentes!" Estamos doentes é o que o negro da casa pensa. Se um escravo do campo lhe dissesse: "Vamos fugir desse senhor" ele respondia: "Existe coisa melhor do que temos aqui? Não saio daqui" O chamávamos de negro da casa e é o que lhe chamamos agora, porque há muitos negros da casa.
Filme: Malcolm X  . EUA, 1992


Ontem estreou a décima segunda edição do programa ícone da alienação brasileira: O Big Brother Brasil. Falo especialmente do Brasil porque ainda é o único país em que esta versão do programa tem destaque.
Assisti a tal estréia, só para ter ideia dos tipos que serão manipulados por lá. Logo identifiquei um bissexual de meia idade cheio de tatuagens: um caroço no angu da sociedade brasileira. Depois vi a professora de artes Mayara, produtora de filmes pornô, também bissexual.
Até aí João Carvalho e Mayara eram os dois tipos diferentes colocados no programa para preencher a "cota". Eram então 12 participantes, mas faltavam ainda 4 pra fechar a conta de 16. Pedro Bial então revela os nomes das quatro pessoas restantes: Uma loira magra, uma morena gorda, um rapaz com cara de caipira e chapéu de cowboy e um negro do cabelo power.
Completaram-se as cotas.
Continuei assistindo aquela bagaça (vale salientar que detesto o programa). Uma ânsia terrível me veio quando assisti a isso:


Um negro da casa grande. Um negro que não acredita em preconceito. Um negro que não sabe o que é ser negro. Um cotista num programa de brancos. Um negro que envergonha a todos nós, negros e afrodescendentes. É claro que DEVERIA ser assim. MAS NÃO FUNCIONA ASSIM!
Será que ele não percebeu que é o único negro da casa, que já entrou na repescagem?
O caráter preconceituoso do programa, do apresentador, do produtor e da emissora é indiscutível, qualquer pessoa com o mínimo de bom senso pode observar isso nas novelas, nos programas, no elenco, nos apresentadores...
Um cara afirmar isso na TV na mesma semana em que um PM agride um estudante da USP por ser negro, na mesma semana em que a cracolândia é sufocada com ênfase na violência contra os negros é, no mínimo irônico. Se fosse só o sangue vermelho que importasse não aconteceria isso:





Cada vez mais acredito que os participantes seguem um script, e que o Big Brother é um programa medíocre que não tem finalidade nenhuma. 
Vestido na capa de um programa ecologicamente correto, disseminador dos bons costumes e etc e bonzinho, os brasileiros, em sua maioria esquecem de pensar, de ler, de ter senso crítico, de opinar...
Temos então três meses de pura alienação rolando no ar. Que comecem os jogos medíocres! 
Eu só posso dizer que eu tenho um sonho...

Quem cede a vez não quer vitória
Somos herança da memória
Temos a cor da noite
Filhos de todo açoite
Fato real de nossa história


Se o preto de alma branca pra você
É o exemplo da dignidade
Não nos ajuda, só nos faz sofrer
Nem resgata nossa identidade
(Jorge Aragão - Identidade)





segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

O velho Alfredo - texto de Aurea Cristina

Boa tarde, queridos!

Hoje não publico um texto meu, mas de uma querida leitora, a Aurea Cristina que compartilhou conosco a alegria por uma data especial na família dela : o Centésimo primeiro aniversário de Alfredo Ferreira de Barros, o seu avô.
O texto abaixo foi publicado pela Aurea no Portal Piancó. Um belo texto que conta brevemente a história da família Barros. Achei justo compartilhar isso com vocês também, já que não é todo dia que temos a chance de celebrar o centenário de alguém... Enfim, muitos anos de vida ao Seu Alfredo!


O Velho Alfredo



Seu Alfredo e Dona Cristina Barros
Hoje, dia 09 de janeiro de 2012, completa 101 anos o meu avô e pai, Alfredo Ferreira de Barros.
O patriarca da longevidade. Quero fazer uma homenagem a esse homem forte, raiz da nossa família, e que a sustenta ainda, do alto dessa idade tão significativa e porque não dizer avançada, pois é um avanço mesmo viver tanto.

Há exatos 66 anos, veio para Piancó, a serviço dos Correios, como condutor de malas e aqui fixou residência,  estando até os dias de hoje. Natural de Alagoa Grande, no brejo paraibano, casado com Cristina Lucas de Oliveira, minha doce avó que já está mais perto de Deus, teve 07 filhos, estando vivos 02 : José Ferreira de Barros e Lindalva Lucas de Barros Xavier. Recentemente meu tio Valdemar Ferreira de Barros também partiu, nos deixando tristes e saudosos, mas certos de que ele está em paz, e isso nos reconforta. Desses filhos, recebeu os netos: Fernanda, Barros Jr, e Germana, filhos do primogênito José. De Valdemar vieram Walma, Weluska e Valdemar Jr.  De Lindalva, sua caçula: Aurea Cristina, Alfredo Neto  e Francisco Xavier Neto. E os bisnetos, Rebeca, Priscila, Barros Neto, Pedro Henrique e Thaís Liany.

Em nome da família Barros,  estou aqui para declarar de público o amor e admiração que temos por você, meu Avô lindo, que com todo amor,  carinho e dignidade  fizeste uma família de pessoas íntegras e honestas. Que nos faça sempre  espelhar  na tua força e firmeza no propósito de viver. Que lhe desejamos ainda mais vida, para que possamos no decorrer de nossas existências, desfrutar da sua presença afável e ímpar, e  dela  sempre extrair lições para que possamos nos mirar no seu exemplo.
Parabéns pela Vida, Vô Alfredo. Que Deus lhe abençoe, como sempre você faz conosco. É uma dádiva d’Ele nos presentear com esse momento e celebrar os teus 101 anos.
Seu Alfredo e Filhos
Texto de Aurea Cristina Barros Xavier

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Sobre bancos e bebês.

Hoje pela manhã fui ao banco. Um martírio para mim. Odeio bancos, não gosto deles... às vezes penso ser uma fobia, mas acredito ser mesmo aversão aos guardas armados, ao ar-condicionado, ao cheiro de dinheiro aos tililins das máquinas e etc.
Pior são aquelas telas que você tem que retirar senha para ser atendido. As pessoas não sabem manusear aquilo e é um saco porque todas as pessoas te acham com cara de quem sabe tudo e te pedem para tirar senha para elas...
Eu estava sentada do lado da tal máquina, lendo uma versão em e-book de Doidas e Santas da Martha Medeiros. Enquanto minha mãe reclamava aos cochichos do atendimento indigno do banco, levantei a cabeça e vi um senhor, aparentando ter uns 70 anos se dirigindo para a máquina cuspidora de senhas.
Ele veio com um passinho manso, colocou os óculos e leu o que tinha na tela. Catucou aqui e ali e a máquina cuspiu a senha preferencial dele. Achei lindo! O senhor deu um banho em muita gente que fica esperando que os funcionários arrogantes do banco as ensine a manusear aquela coisa sem legenda (até eu tive dificuldade no tal do auto atendimento).
Então depois de duas horas conseguimos (eu e minha mãe) sermos atendidas. Saímos para sacar dinheiro e adivinhem: Não tinha dinheiro nos caixas eletrônicos, apenas dois estavam funcionando e havia uma multidão de pessoas pouco familiarizadas com o auto atendimento que necessitavam sacar seus benefícios sociais.
Achei um caixa e fui conferir o extrato da minha conta. Esperava ter lá 45 reais a mais, uma dívida de um trabalho vendido a uma sem-vergonha que estuda comigo. Preciso dizer não houveram lançamentos no mês de dezembro? Legal. Esculhambei a dita cuja em pensamento e viemos para aquele projeto de terminal rodoviário municipal de Santa Rita em busca de um alternativo para subir o morro do Alto das Populares.
Pegamos o carro. Eu, com uma dor terrível no joelho que está comprometendo minha mobilidade e me fazendo pensar no terror da fisioterapia, entrei no carro que tocava Marreta You Planeta.
O ambiente era completamente desfavorável para mim, mas, um bebezinho lindo chamado Ryan me salvou de uma terrível volta para casa.
O bebe tem sete meses, cabelos cacheadinhos e olhinhos verdes. Super simpático. Conversou comigo a viagem toda... Entre os "as" que ele pronunciava ele sorria. Era um sorriso sem dentes que colocava a língua pra fora. Ele colocou a mão no meu braço e veio pro meu colo. Super fofinho aquele guri.
Enfim, Ryan me fez pensar que eu poderia ser a mãe dele... Mas graças ao destino não sou. Estou tranquila em casa, ouvindo Adele e escrevendo este post.
No mais, tenho tentado não enlouquecer nesses dias preenchidos pela dor crua da minha perna. As minhas aspirações neste momento são: não voltar para a fisioterapia, arranjar companhia para o show de Lenine e ocupar minha noite de hoje assistindo o Senhor dos Anéis. Também quero achar uma namorada para Otto.
Ah! Parei de beber como tanta frequencia...
Até o próximo post pessoas!